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Cor rubi. Com aromas delicados a especiarias e a fruta vermelha. Na boca revela taninos elegantes, equilíbrio e uma frescura absolutamente cativante. Deve ser bebido ligeiramente fresco.
Ficha Técnica
Região Detalhada:Languedoc
Castas (Texto Livre):Mourvèdre, cinsault, muscat
Cor/Estilo (Texto Livre):Tinto
Solo:Argila e calcário.
Área das Vinhas:13 hectares
Idade das Vinhas:Vinhas que não tiveram qualquer contacto com nenhum produto químico nos últimos 35 anos.
Colheita (método):Vindima manual.
Vinificação:Fermentação espontânea com leveduras selvagens.
Colagem / Filtração:Não / Não
Adição de Sulfuroso:0 mg/L
Álcool:11,7 %
Volume:0,75 L
Produtor
Mas Coutelou
Jean-François (“Jeff”) Coutelou tomou conta da propriedade familiar, na pequena povoação de Puimisson, junto à costa mediterrânica, nos anos 80 do século passado, reconvertendo-a a fim de pôr em prática as suas ideias sobre como a natureza lhe poderia proporcionar a singularidade de cada colheita: baixou consideravelmente a produção, reduziu a área cultivada, inovou o sistema de poda, implantou o conceito de policultura através da plantação de olivais e árvores de fruto (figueiras, amendoeiras). Sobretudo, fomentou o trabalho manual em detrimento da utilização de máquinas, revitalizando a vida microbiótica dos solos, soltando-lhes os nutrientes, atiçando uma ode à diversidade.
Em 1987 a quinta familiar de Jeff obteve a certificação orgânica, tornando-o num dos pioneiros desse tipo de agricultura naquela região, numa altura em que a agricultura orgânica ainda não despertava grande interesse por parte dos produtores do Languedoc, até porque as práticas da agricultura intensiva e mecanizada eram encorajadas em larga escala pela indústria vitivinícola.
Então, daqui se pode avaliar com uma grande nitidez a personalidade de Jeff, um ser de convicções e não de modas. As castas cultivadas na Mas Coutelou são todas autóctones do sul de França e na propriedade existe um viveiro no qual Jeff assegura a manutenção e a sobrevivência das mais raras (aramon blanc, servant, castet), as que praticamente foram deslembradas no tempo. Na adega, Jeff segue fundamentalmente o seu instinto, e não é incomum num ano engarrafar um determinado vinho, que no ano seguinte nem a luz do dia chega a ver. Se as uvas vão passar por uma curta ou longa maceração, se a maceração carbónica faz ou não sentido, se a prensagem é suave ou mais intensa, tudo isto são decisões intuídas por este arrojado produtor, ano após ano, colheita após colheita. Vinhos felizes cultivados com amor e humor.
Muito fresco, leve e guloso. Na boca, exibe notas de groselha. Um tinto perfeito para a primavera e para o verão. Acompanha muito bem charcutaria. Deve ser bebido fresco, entre os 14 - 16°C.
Um casamento perfeito entre a Trousseau e o terroir do Bierzo, graças ao talento de Diego Losada! In Absentia é um vinho aristocrático, elegante e delicado.
Citando Gian Luca Colombo: "É a DOC mais pequena da região de Barolo. Feito com uma variedade de uva indígena. É um vinho especiado, rico em notas de pimenta, um vinho de verão!"
Syrah e Carignan de 2019 combinado com Syrah de 2020. Apresenta um tom vermelho carregado. No nariz e na boca imperam as notas de amoras e de cereja preta, coadjuvadas por traços picantes e agridoces. Os taninos são maduros, a acidez equilibra o conjunto e o final é longo e persistente. Recomendável a decantação.
Feito a partir de castas tintas vinificadas como brancas. Estágio em ânfora e com garantia de muitos anos de guarda em garrafa, seguramente. Para decantar, se não resistir a abrir este vinho.
Grande vinho, denso e carnudo! A sua dimensão gastronómica faz dele uma ótima companhia à mesa. Quem conseguir esperar por ele alguns anos, porém, será igualmente bem recompensado!
Syrah e Carignan de 2019 combinado com Syrah de 2020. Apresenta um tom vermelho carregado. No nariz e na boca imperam as notas de amoras e de cereja preta, coadjuvadas por traços picantes e agridoces. Os taninos são maduros, a acidez equilibra o conjunto e o final é longo e persistente. Recomendável a decantação.
Vinho tinto elegante, com notas de frutas pretas, aromas florais e toques subtis de especiarias. Na boca é guloso e fresco. Os taninos são precisos e revela uma acidez vibrante. O final é deliciosamente picante.
O nariz revela aromas a fruta preta e vermelha, casca de laranja e subtis notas florais. Na boca os taninos e a acidez estão bem presentes, revelando uma evidente apetência gastronómica. O final é longo, delicioso e persistente. Deve ser bebido ligeiramente fresco.
Tinto concentrado, encorpado e profundo, em que as notas de especiarias imperam. Pode ser consumido já, embora mereça que por ele se espere um par de anos!
Um Grolleau de cor escura, proveniente de uma pequena parcela de xisto e quartzo. Carácter aguerrido e rústico no nariz. Na boca, revela notas de fruta preta e uma acidez que lhe dá um equilíbrio irresistível. Vinho gastronómico. Servir um tanto fresco.
Feito a partir de castas tintas vinificadas como brancas. Estágio em ânfora e com garantia de muitos anos de guarda em garrafa, seguramente. Para decantar, se não resistir a abrir este vinho.
Apresenta uma frescura bem estruturada, que se alia a tons de especiarias. É profundo e guloso na boca, e vai evoluir anos em garrafa, isto no caso de o conseguir guardar. É, sem dúvida, um vinho altamente gastronómico.
Triologia de castas brancas do Sul da França, proveniente de vinhas entre os 60 e os 100 anos. Se o beber já, irá encontrar equilíbrio, complexidade, notas de fruta branca e de flores silvestres. Vai certamente evoluir durante vários anos em garrafa.
Seco, aromático e atraente! Oferece uma paleta de aromas sofisticados que combinam com a mineralidade e as notas picantes e de frutas pretas. Um conjunto complexo e desafiante, que será ainda mais cativante se for servido ligeiramente fresco.